quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

PERSPECTIVA PARA O MERCADO

O IBGE divulgou no começo desta quinta-feira que a taxa de desemprego do país em dezembro ficou em 4,6%, ante 4,9% no mês anterior. A taxa é menor da série histórica iniciada em 2002 e ficou dentro do esperado pelo mercado. A taxa média de desemprego em 2012 foi de 5,5%.
 
No exterior, os principais índices futuros de Wall Street operavam em baixa por volta das 9h30, ainda refletindo contração inesperada do PIB dos EUA no quarto trimestre do ano passado e das avaliações do Federal Reserve de que a atividade econômica fez uma pausa nos meses recentes.
 
O sinal negativo prevalece também entre as principais bolsas da Europa: no mesmo horário, Paris caía 1%, Frankfurt, 0,56% e Londres, 0,58%. Mais cedo, foi divulgado que a taxa de desemprego da Alemanha caiu a 6,8%, de 6,9% em dezembro, abaixo do previsto (6,9%).
 
A agenda dos EUA prevê as divulgações do relatório sobre o custo unitário da mão de obra no quarto trimestre do ano passado, a renda pessoal em dezembro e os dados semanais de pedidos de auxílio-desemprego, todos às 11h30. Também será conhecido hoje o índice de atividade industrial de Chicago (ISM), às 12h45.
 
Na Ásia, os principais mercados fecharam sem direção única: a bolsa de Xangai ganhou 0,12%, enquanto a de Hong Kong caiu 0,39%. No Japão, o índice Nikkei subiu 0,22%. O índice Kospi, em Seul, teve queda de 0,13%.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

PETRO - Aumento da gasolina abaixo do esperado

Petrobras anunciou o tão aguardado aumento nos preços da gasolina (6,6%) e do diesel (5,4%) no portão da refinaria. O ajuste nos preços veio um mês antes do esperado; entretanto, o aumento nos preços da gasolina veio abaixo da nossa estimativa (10,0%), enquanto o aumento no diesel veio praticamente em linha (5,0%). Ambos os ajustes estão programados para entrar em vigor em 30 de janeiro. Após uma espera tão longa, nossa expectativa é a de que o modesto aumento gere uma reação negativa do mercado.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Fluxo da Bovespa

Os investidores estrangeiros ingressaram com R$ 236,096 milhões na Bolsa na quarta-feira, 23. Naquele pregão, o Ibovespa subiu 0,44%, aos 61.966,26 pontos, com giro financeiro de R$ 5,9 bilhões. Com o resultado, o superávit de recursos externos na Bovespa em janeiro subiu para R$ 3,559 bilhões até esta data. A cifra é resultado de compras de R$ 46,589 bilhões e vendas de R$ 43,030 bilhões no período (Fonte: Broadcast).

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Reunião Matinal

Destaques
 
Abertura
A agenda desta 5ª, traz a Ata do Copom no Brasil e o Initial Claims nos EUA. Na Europa, destaque para os números preliminares do PMI da indústria e de serviços, na Zona do Euro e na Alemanha.
 
Fechamento da Sessão Anterior
O principal índice acionário da Bovespa avançou nesta quarta-feira, acompanhando os mercados externos, após fortes resultados corporativos e a aprovação do aumento do limite de endividamento dos Estados Unidos até meados de maio. O Ibovespa subiu 0,44%, a 61.966 pontos, apoiado no avanço da petrolífera OGX e do frigorífico JBS.
 
Principais Mercados
 
Ásia
A preliminar de janeiro do índice PMI da China sobre a atividade manufatureira do país calculado pelo HSBC ficou em 51,9, acima das expectativas do mercado de 51,7 e marcando a máxima desde janeiro de 2011. O resultado representou o sexto mês seguido de melhora. Outro dado de destaque na agenda ficou para o resultado da balança comercial japonesa, que registrou resultado de exportações piores que o esperado em dezembro. Com isso, o déficit registrado em 2012 marcou o pior resultado já observado na série. O iene vai apresentando forte correção no dia, recuando -1,10%. Nesse contexto, a bolsa japonesa apresentou alta no dia, subindo +1,28%. Os demais índices acionários terminaram o dia em baixa.
 
Europa
A preliminar de janeiro do índice PMI sobre a atividade manufatureira da zona do euro ficou em 47,5, máxima em 10 meses, ante 46,1 em dezembro e expectativa no mercado de 46,5. A preliminar do setor de serviços passou de 47,8 para 48, também maior patamar em 10 meses, ante previsão de 48. O índice composto mudou de 47,2 para 48,2, máxima em 10 meses e acima do esperado (47,5). Bolsas vão operando próximas a estabilidade, com destaque de alta para França (+0,20%) e Reino Unido (+0,28%).
 
EUA
Na agenda, o Departamento de Trabalho divulga às 11h30 os pedidos iniciais de auxílio-desemprego da semana encerrada em 19 de janeiro. Às 11h50, o instituto Markit traz o índice de gerente de compras (PMI) do setor manufatureiro norte-americano em dezembro. Às 13h, o Conference Board disponibiliza o índice de indicadores antecedentes dos EUA de dezembro.
 
Brasil
A presidente Dilma Rousseff anunciou na quarta-feira uma redução maior do que a esperada na tarifa de energia elétrica já a partir de quinta-feira, de 18% para consumidores domésticos e de até 32% para indústria, agricultura, comércio e serviços. Em pronunciamento em rede nacional de TV à noite, afirmou que o Brasil não corre risco de racionamento de energia e que a situação no setor energético é segura, chamando de "alarmistas" as previsões de risco de desabastecimento. Destaque na agenda do dia para a avaliação da ata do COPOM.

Realatório completo: Clique Aqui

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Nossos Fundos entre os melhores !!


Segue abaixo duas notícias que saíram hoje no Valor, sobre fundos Quantitativos.
Dos 12 fundos eleitos como os melhores de 2012, 8 estão disponíveis para vocês na Plataforma XP!
Inclusive o primeiro e segundo lugar!!

A primeira matéria explica um pouco o que fazem e como operam estes fundos. E a segunda, mostra qual o diferencial destes fundos, em especial, como a baixa correlação com os demais fundos pode reduzir o risco do portfólio do cliente como um todo.

Vale conferir!

Sem emoção



Por Luciana Seabra | De São Paulo
Evitar que sentimentos e impulsos afetem a decisão de investir é o lema dos chamados fundos quantitativos. Para isso, eles obedecem a modelos e padrões. A disciplina, entretanto, prejudicou essas carteiras em 2012. Enquanto os gestores evitavam interferir, a atuação do governo sobre alguns segmentos da economia se destacava, com o setor de energia elétrica tornando-se o mais emblemático exemplo. Assim, foram quebrados alguns padrões históricos de sobe e desce de preços dos ativos, necessários para que os modelos acertem suas indicações. Isso ajuda a entender por que, dentre 37 fundos quantitativos brasileiros, apenas 12 superaram o Certificado de Depósito Interfinanceiro (CDI) no ano passado, referência para aplicações conservadoras. Seis tiveram retornos negativos. O maior ganho foi de 13,99%, menos que a média dos fundos renda fixa índices, que beneficiados pelo corte dos juros renderam 21,71%. O levantamento foi realizado para o Valor pela equipe da Bawm, incorporada à gestora de patrimônio GPS em dezembro.
"Os últimos 18 meses em especial foram bem tortuosos para a estratégia quantitativa, não só no Brasil", diz o analista de investimentos da GPS Felipe Dexheimer, que já selecionou gestores para compor um fundo quantitativo oferecido a clientes da Bawm. A carteira será agora incorporada a um multimercado da GPS. Assim como no Brasil, afirma, a ingerência governamental em países americanos e europeus, principalmente por meio da política monetária expansionista, prejudicou a previsibilidade dos modelos.


Os gestores de quantitativos locais não são uma massa homogênea. Uma diferença importante entre eles é a velocidade de operação. Alguns trabalham na chamada "alta frequência", em que compram e vendem ativos muitas vezes ao longo do dia. Para isso, contam com robôs que executam as ordens de modelos. Outros carregam papéis por dias e até meses e contam com modelos diferentes. Há ainda os que usam um misto das duas estratégias. A maioria, porém, dificilmente carrega papéis por longos períodos. A ideia é encontrar distorções no mercado e manter a aposta somente até que ela se desfaça. Os movimentos de 2012 tenderam a prejudicar mais as estratégias rápidas. A agilidade para aproveitar momentos positivos vira-se contra o modelo quando os padrões se quebram.
"A única vez em que tiramos um setor da carteira em três anos de fundo foi em 2012, o de geração de energia. O ano foi a tempestade perfeita de eventos", diz Delano Franco, sócio-diretor da Behavior Capital Management. Ele ressalta que, apesar de seu fundo ser frequentemente identificado como um quantitativo, não funciona como muitos dos seus pares do estudo. A gestora parte da literatura de finanças comportamentais para desenvolver estratégias. Busca ganhar com vieses, como, por exemplo, o pressuposto comum a investidores de que uma empresa que está bem vai continuar assim no longo prazo. Neste caso, a partir de outros parâmetros, alimenta um ranking que indica a compra de empresas que não estão tão bem avaliadas, mas que prometem ganhos futuros.
O que a estratégia manda fazer costuma ser regra na Behavior. "Se você está querendo ganhar em cima das dificuldades humanas de decisão, interferir não é bom", afirma Franco. Mas, no caso da energia, não houve saída. Foi preciso desobedecer ao que mandava a estratégia. Para evitar riscos setoriais, a Behavior aposta na diversificação - mantém cerca de 60 ações em carteira. O ritmo lento também é uma arma. Cada posição dura em média quatro meses.
"Quando há um fator humano exógeno, uma ruptura de padrão, isso é ruim para os fundos quantitativos", diz Alexandre Rentería, gestor da Polo Capital. Além da questão das empresas de energia elétrica, ele cita a atuação do governo sobre o câmbio como um entrave aos modelos. Na gestora, as ordens são executadas por robôs. A maior parte dos modelos tenta capturar distorções por meio de operações "long and short", compradas e vendidas em ações. A interação com a equipe de gestão de outro fundo de ações da casa, que busca ganhar com eventos, se tornou estratégica nos últimos meses, afirma Rentería. Os ativos que passam por eventos deixam de ser operados.
A bolsa também não tem colaborado com os quantitativos. "Quanto mais papéis listados e com liquidez, mais benéfico para a estratégia. A quantidade de IPOs [ofertas públicas iniciais de ações] foi decepcionante em 2012", diz Rentería. Para contornar a deficiência, a Polo começa a pensar em operar mercados internacionais. Também para Roberto Pullin, gestor da RMW - em que a velocidade mais lenta de operação ajudou a ter o melhor desempenho dentre os quantitativos acompanhados pela Bawm em 2012 - o baixo giro da bolsa atrapalha. "A baixa liquidez impede os fundos quantitativos de gerirem patrimônios muito grandes", diz Pullin. Se o modelo manda comprar grandes volumes de um ativo pouco líquido, a própria operação pode fazer subir seu preço, prejudicando o resultado.
Também um evento, não provocado pelo governo, mas corporativo, impediu que a gestora Angá garantisse mais ganhos em 2012 em seu quantitativo. O anúncio da Ambev, em dezembro, de que passaria a ter apenas ações ordinárias (ON, com direito a voto) fez convergir seu preço com o das preferenciais (PN, sem voto). Como as duas classes de papéis de uma empresa costumam apresentar correlação, operar esse tipo de par é uma estratégia comum. "O spread [diferença entre os preços] foi eliminado de uma hora para a outra", diz Frederico Lima, sócio da Angá. Para 2013, ele espera um ano de cenário externo conturbado. Nele, afirma, as distorções tendem a aparecer com frequência maior. "A volatilidade é a nossa matéria-prima." Mas desde que seja um movimento natural de mercado.

© 2000 – 2012. Todos os direitos reservados ao Valor Econômico S.A. . Verifique nossos Termos de Uso em http://www.valor.com.br/termos-de-uso. Este material não pode ser publicado, reescrito, redistribuído ou transmitido por broadcast sem autorização do Valor Econômico.

Leia mais em:



Ausência de correlação pode beneficiar portfólio


Por De São Paulo
O uso de modelos matemáticos dá aos fundos quantitativos uma imagem de algo complexo e arriscado aos olhos de alguns investidores. Episódios de problemas em sistemas lá fora acabam, volta e meia, trazendo estas questões à tona. Vale ressaltar que, por aqui, fundos que ganham o rótulo de quantitativo podem ser muito diferentes e poucos operam com alta frequência - que ainda não é muito usada no Brasil. Com o cuidado de escolher o gestor e não concentrar o risco, os adeptos da estratégia defendem que ela tem uma papel essencial no portfólio - o de proteção. Isso porque costuma caminhar contra os humores do mercado.
"Ainda há uma correlação muito forte entre os fundos que o investidor brasileiro tem em carteira, o que é um problema", diz Patrick O'Grady, diretor da XP Gestão. Em momentos de crise, diz, quando surgem fugas desesperadas do risco, a obediência aos modelos permite aproveitar oportunidades. A diversidade de estratégias, segundo O'Grady, permite reduzir a volatilidade. No fundo da casa, os modelos passaram de 4 em 2010 para 14 em 2012.
"O grande diferencial dos quantitativos em termos de produto é a consistência de retornos, mais do que os ganhos em anos específicos", diz Gustavo Aleixo, gestor da Kinea Investimentos. Sendo assim, a falta de grandes tendências, como foi a queda dos juros básicos em 2012, poderia fazer a estratégia brilhar mais neste ano. Na Kinea, a decisão de investimento é feita via modelos, mas os robôs são dispensados. Assim, Aleixo considera que o impacto dos impulsos pessoais é minimizado, mas há um espaço para o bom senso. "A emoção não está na execução, mas sim na decisão", diz.
Felipe Dexheimer, analista da GPS, sugere que o investidor atente ao patrimônio do fundo. Como a maior parte dos gestores brasileiros não atua fora do país, operações com grandes volumes podem afetar o preço do ativo, inviabilizando a estratégia. Outra dica é que investir em fundos que rodam a carteira com mais velocidade exige mais estômago. E poder de seleção. "É preciso se certificar de que o gestor tem toda a infraestrutura para operar em alta frequência", diz Dexheimer. A tendência que já vem se consolidando, diz, é que as estratégias mais fáceis de entender se destaquem no mercado. (LS)

© 2000 – 2012. Todos os direitos reservados ao Valor Econômico S.A. . Verifique nossos Termos de Uso em http://www.valor.com.br/termos-de-uso. Este material não pode ser publicado, reescrito, redistribuído ou transmitido por broadcast sem autorização do Valor Econômico.

Leia mais em:

Abertura do Mercado

Destaques
 
Abertura
Em meio à votação sobre a suspensão do teto da dívida norte-americana até maio, os mercados acionários mostram uma manhã de indefinição. Na Europa, enquanto os principais índices acionários das bolsas de Londres e Frankfurt marcam leve alta, os de Paris, Madrid e Milão registram ligeiras quedas.
 
Fechamento da Sessão Anterior
O principal índice acionário da Bovespa recuou pelo terceiro pregão consecutivo nesta terça-feira, com as ações da Oi liderando as perdas após repentina mudança no comando do grupo de telecomunicações. O Ibovespa caiu 0,34%, a 61.692 pontos. O giro financeiro do pregão foi de 6,44 bilhões de reais, abaixo da média diária do ano, de 7,3 bilhões de reais.
 
Principais Mercados
 
Ásia
Não houve uma tendência definida nas principais bolsas da região. O índice Nikkei apresentou mais um dia de forte correção (-2,08%) acompanhando a apreciação do iene (+0,40%), após parte do mercado ter se decepcionado com a decisão do BC de ter anunciado a esperada compra de ativos “open ended” apenas para 2014. Por outro lado, China (+0,25%) e Austrália (+0,18%) registraram ligeiras altas. Na agenda, destaque para os dados de inflação na Austrália mais contidos que o esperado.
 
Europa
Dia de agenda vazia, sem muito destaque no News flow. Bolsas mostram estabilidade neste momento. Destaque na semana para os dados de Flash PMI de janeiro a serem divulgados amanhã.
 
EUA
Importante monitorar hoje quando a Câmara dos Deputados deve votar a extensão da capacidade de endividamento do país em quase quatro meses. Na véspera, a Casa Branca reforçou que o teto da dívida deveria ser elevado no longo prazo, mas afirmou que o presiden-te Barack Obama não irá se opor à prorrogação no curto prazo. Agenda pouco expressiva para o dia, com destaque para dados de preço de casa às 12h00. Na agenda de resultados, destaque para as divulgações de Apple e do McDonald's.
 
Brasil
Na agenda, o IBGE traz, às 9h00, o IPCA-15 de janeiro. O Banco Central informa, às 10h30, o balanço de pagamentos do país de dezembro. O BC também disponibiliza, às 12h30, dados parciais de janeiro sobre as entradas e saídas de dólares do país. Até o dia 11, o fluxo positivo no mês somava US$ 254 milhões. Por fim, às 15h30, a Receita Federal informa o resultado de dezembro da arrecadação federal de impostos e contribuições. Ainda na agenda, segundo uma fonte do governo, a presidente Dilma Rousseff fará um pronuncia-mento em rede nacional nesta quarta-feira em que descartará qualquer possibilidade de racionamento de energia no país, numa tenta-tiva de pôr fim aos temores do mercado sobre a oferta de eletricidade no país. A presidente também aproveitará a oportunidade para reafirmar a redução das tarifas de energia, acrescentou a fonte, que falou sob condição de anonimato.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Fundos Inflação/IPCA

Prezados,

Continuando nossa comparação de rentabilidade no ano de 2012 com fundos da mesma classe, dos principais bancos do mercado nacional com alguns dos fundos que trabalhamos.

Escolhemos apenas 2 de mais de 400 fundos que distribuimos, são eles:

- ICATU VANGUARDA IPC GOLD FIC DE FI RENDA FIXA
- BNP PARIBAS INFLACAO FI RF

Obs. O Fundo do Bradesco é direcionado apenas para clientes Privates, classificação dada pelo próprio Bradesco para clientes com aplicação acima de 2 milhões de reais.

Clique na imagem para ampliar.

www.moneyinvest.com.br

Fundos Multimercados

Prezados,

Fizemos uma comparação de rentabilidade no ano de 2012 com fundos da mesma classe, dos principais bancos do mercado nacional com alguns dos fundos que trabalhamos.

Escolhemos apenas 3 de mais de 400 fundos que distribuimos, são eles:

- PLURAL CAPITAL EQUITY HEDGE FIC FIM
- XP BTG PACTUAL SELECAO FIC FIM
- XP UNIQUE QUANT FIM

Clique na imagem para ampliar.